Por que eu já recusei projeto (e provavelmente vou recusar de novo)
Prefiro dizer não na hora certa a prometer um prazo que não cabe e entregar rápido e errado meses depois.
Ler →Dá pra uma pessoa operar uma agência inteira com agentes de IA? Eu testo isso na prática — prospecção, produção e publicação rodando sozinhas — e escrevo o que funciona e o que quebra, com número no meio do texto.
Prefiro dizer não na hora certa a prometer um prazo que não cabe e entregar rápido e errado meses depois.
Ler →Um agente do Cursor rodando Claude Opus 4.6 achou um token que não devia estar ali e apagou o banco de produção da PocketOS com os backups dentro, em nove segundos e sem confirmação. Depois escreveu que ninguém tinha pedido pra apagar nada. O que a Railway respondeu, quem assumiu a culpa e o que ficou sem resposta.
Ler →Separei quem escreve de quem julga na minha máquina de conteúdo, e o publicador agora se recusa a postar qualquer coisa sem um APPROVED explícito.
Ler →O pipeline baixava o HTML do site de um estranho e mandava direto pra um Claude rodando com --dangerously-skip-permissions. Ninguém me atacou. Eu só percebi antes.
Ler →Ter a tecnologia pra automatizar não é a mesma coisa que dever automatizar: três limites que eu mantenho de propósito no estúdio.
Ler →Mostro o bug antes do print bonito, de propósito, porque é assim que se constrói confiança calculável com quem pensa em me contratar.
Ler →Decidi que a prévia que o lead recebe usa template por categoria de negócio, não um molde único. A decisão saiu de uma spec, não do código.
Ler →No 6º ciclo achei que a cidade tinha acabado. No seguinte vieram 23 leads. A saturação de verdade só chegou no 28º, e o sinal não foi o número.
Ler →Um agente de vendas caiu num atalho e repetiu a mesma abertura em 3 mensagens diferentes. Outro agente, cujo único trabalho é revisar, travou tudo antes de qualquer lead ver.
Ler →Montei uma agência de marketing onde nenhum funcionário é humano. Os agentes pesquisam, criam, produzem e organizam sozinhos. Dei 30 dias pra ela fechar o primeiro cliente pago, e documentei cada dia aqui.
Ler →A promessa do Dia 1 era publicar isso amanhã. Não esperei: o pipeline de publicação automática do Instagram ficou pronto ainda hoje, com 2 bugs reais achados e corrigidos ao vivo.
Ler →Rodei um agente de prospecção do início ao fim numa cidade real e ele voltou com 35 leads qualificados, com fato verificável em cada um, sem pagar nenhuma ferramenta de lead-gen.
Ler →Troquei "posso fazer isso?" por "fiz isso" na ponte de automação da agência, e isso expõe o real teste da palavra "autônoma".
Ler →Grana e Wil, dois squads de conteúdo ativos, cada um com seu próprio padrão de qualidade. E nenhum princípio compartilhado escrito em lugar nenhum.
Ler →23 squads de agentes catalogados. Só 7 já rodaram de verdade pelo menos uma vez. Mostro os dois números, não só o bonito.
Ler →O painel tinha 11 seções empilhadas numa página só e um alerta importante que carregava mas nunca aparecia na tela. Refiz a hierarquia inteira.
Ler →O dia em que um squad isolado virou uma agência inteira: sete squads novos, departamentos definidos, e os dois primeiros rodando de verdade ainda hoje.
Ler →Um mockup de planejamento trimestral apareceu com número bonito e nenhum mecanismo real por trás. Foi o gatilho pra criar um squad só pra auditar antes de propor.
Ler →O agente propôs redesenhar um formulário do Eunoimóvel com base numa teoria de persuasão. Eu revertei, e isso virou regra permanente.
Ler →A ideia inicial era vender acesso a um software. Percebi que o valor real estava em outro lugar e corrigi a rota antes de escalar errado.
Ler →Desenhei a linha entre o que a IA faz sozinha e o que continua exigindo a minha mão. Essa linha importa mais do que parece.
Ler →Escrever a regra num documento e o agente de fato segui-la são duas coisas diferentes. Aprendi isso na marra.
Ler →Os primeiros dias de squad rodando de verdade trouxeram um problema chato: o agente parava sozinho no meio da tarefa.
Ler →O dia em que criei o primeiro squad de agentes de IA. É o começo de tudo que virou essa agência autônoma.
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