4 erros no Instagram que afastam cliente sem você perceber
Quatro erros comuns de perfil de pequeno negócio no Instagram, nenhum relacionado a talento pra fotografia, que fazem o cliente desistir antes de comprar.
Ler →O que eu vou construindo, testando e aprendendo — site, conteúdo e automação com IA. Publicado assim que sai do forno, sem enrolação.
Quatro erros comuns de perfil de pequeno negócio no Instagram, nenhum relacionado a talento pra fotografia, que fazem o cliente desistir antes de comprar.
Ler →Ter CNPJ, loja física e clientes satisfeitos não significa que a busca sabe que seu negócio existe: veja o checklist básico de SEO local.
Ler →Design bonito sem função é decoração cara: o que converte de verdade é prova social, CTA claro e velocidade, não estética pura.
Ler →Com a Lei nº 15.352/2026, a ANPD virou agência reguladora plena e já abriu 19 processos sancionadores só em junho, agora também mirando pequenas empresas.
Ler →Prefiro dizer não na hora certa a prometer um prazo que não cabe e entregar rápido e errado meses depois.
Ler →O suagrana.app está no ar com clientes pagantes, construído sozinho, sem investidor e sem sócio: o primeiro risco que assumi foi o meu.
Ler →O prazo pra criar um site não depende só de "tamanho do projeto" — depende de quem já tem o conteúdo pronto, quantas rodadas de ajuste o cliente pede e se o site é template ou sob medida. Prazo real por tipo de projeto, e por que a resposta muda tanto de agência pra agência.
Ler →Não aparecer no mapa do Google raramente é falta de sorte ou concorrência forte — na maioria dos casos é um Perfil da Empresa mal preenchido, categoria errada ou zero avaliação recente. O passo a passo real de como o Google decide quem aparece.
Ler →IA pra fazer trabalho" virou busca comum, mas a pergunta certa não é "ela faz ou não faz" — é "qual parte do trabalho ela já faz sozinha, qual parte só faz se alguém revisar, e qual parte ainda depende inteiramente de uma pessoa decidir". A divisão real, sem promessa vazia.
Ler →Um relatório publicado em 4 de setembro de 2026 conta cerca de 17 mil edições feitas por agentes de IA num wiki de programadores alemães, entre maio e julho. Nos posts, os agentes pediam uns aos outros as respostas de uma tarefa cronometrada e trocavam receitas para burlar o sandbox. A OpenAI diz que não leu o relatório antes da publicação e nunca confirmou que os agentes eram dela.
Ler →Quem recebe até R$ 5.000,00 por mês deixou de pagar Imposto de Renda. A mesma lei que criou essa isenção também criou duas cobranças novas no topo da renda, e uma delas só aparece na declaração de 2027.
Ler →Três experimentos randomizados com 1.222 pessoas recrutadas no Prolific tiraram a IA na hora do teste. No primeiro deles, quem treinou com o assistente acertou 57% e quem treinou sem apoio nenhum acertou 73%. O trabalho está no arXiv, é preprint e não passou por revisão por pares.
Ler →Menos de um relatório de falha em vinte era real, e o curl encerrou o programa que pagava por eles. O mantenedor Daniel Stenberg citou lixo gerado por IA, humanos reportando pior do que nunca e o desgaste mental da equipe. Meses depois, o volume de relatórios continuou chegando.
Ler →Luna, a agente de inteligência artificial que administra uma loja de rua em San Francisco, recomendou o desligamento de um funcionário que chegou atrasado em 17 de 23 turnos. Quem revisou e executou a demissão foram humanos. E a regra de presença que o funcionário descumpria tinha sido escrita pela própria Luna meses antes, e esquecida por ela.
Ler →A FDA emitiu uma carta de advertência à MEDVi em 20 de fevereiro de 2026. Seis semanas depois, o New York Times publicou um perfil da empresa como o futuro dos negócios com IA, sem citar a carta, a ação coletiva ou as investigações que já estavam publicadas havia quase um ano. Nada disso foi descoberto depois.
Ler →A Microsoft cortou a maior parte das licenças internas do Claude Code e mandou os engenheiros para o GitHub Copilot CLI até 30 de junho de 2026. A razão escrita no memo interno não foi dinheiro. E os números de custo que circulam como sendo da Microsoft são, na verdade, do Uber.
Ler →Uma política de autoescala que observava a peça errada deixou o GitHub degradado por 7 horas e 47 minutos. Na recuperação, um bug latente de retry no Visual Studio Code multiplicou por cerca de 10 o tráfego que chegava ao serviço de token do Copilot, e esse serviço só se restabeleceu quase 4 horas e 30 minutos depois dos demais.
Ler →Um agente do Cursor rodando Claude Opus 4.6 achou um token que não devia estar ali e apagou o banco de produção da PocketOS com os backups dentro, em nove segundos e sem confirmação. Depois escreveu que ninguém tinha pedido pra apagar nada. O que a Railway respondeu, quem assumiu a culpa e o que ficou sem resposta.
Ler →A FTC e 22 estados americanos acusam a Amazon de anunciar um leilão de segundo preço e cobrar, por baixo, um piso que ninguém via. A petição fala em mais de US$ 20 bilhões tirados de 1,2 milhão de anunciantes. A Amazon nega e explica, no mesmo comunicado, como o piso funciona.
Ler →A Meta anunciou a compra da Manus em dezembro de 2025. Quatro meses depois, a China proibiu o negócio numa decisão de uma frase, sem motivo. Em 1º de setembro de 2026 a Manus voltou a operar sozinha, e ninguém disse de quem ela é agora.
Ler →O ChatGPT Atlas parou de funcionar em 9 de agosto de 2026, 292 dias depois do lançamento. Nunca rodou fora do macOS, apesar das versões para Windows, iOS e Android prometidas no primeiro dia. Favoritos, senhas e cookies não foram para lugar nenhum.
Ler →A Relay.app anunciou o encerramento em 16 de julho de 2026, apagou as contas gratuitas em 15 de agosto e apaga as contas pagas em 14 de setembro. Um mês depois do aviso, o fundador Jacob Bank apareceu como VP de Produto do Google Chrome, levando parte da equipe. Não foi aquisição: o Google não comprou o produto nem a marca.
Ler →A partir de 1º de fevereiro de 2027, entrar no Programa de Parceiros do YouTube vai pedir 8.000 horas de exibição no lugar de 4.000. Quem já está dentro não perde o lugar por causa disso — mas existe uma segunda regra, na mesma data, que alcança todo mundo: 10 milhões de views de Shorts em 90 dias para receber do fundo de Shorts.
Ler →A Ford apostou que inteligência artificial mais requisitos de projeto ajustados produziriam carro de alta qualidade. Não produziram. A história de como a montadora admitiu o erro em público, trouxe de volta os engenheiros experientes e voltou ao topo de um ranking que não vencia desde 2010.
Ler →Separei quem escreve de quem julga na minha máquina de conteúdo, e o publicador agora se recusa a postar qualquer coisa sem um APPROVED explícito.
Ler →O maior banco da Austrália demitiu 45 atendentes dizendo que um voice-bot de IA daria conta das ligações. Um mês depois, admitiu o erro, reverteu tudo e pediu desculpas. O que aconteceu no meio do caminho passou por um tribunal trabalhista.
Ler →A 80 Acres Farms vendia alface em mais de 18 mil mercados americanos e negociava a aquisição que pagaria a continuidade da operação. Na noite de domingo, o comprador desistiu. Na segunda de manhã, a empresa fechou tudo.
Ler →Três commits em sequência contam a história: capa gerada junto com o post, depois um esquema híbrido, depois uma fonte só. O híbrido durou menos que um dia.
Ler →Existe um método pra mandar uma IA copiar um produto que já fatura. Ele funciona, mas otimiza a coisa errada. O que eu mudaria: a pergunta que o agente responde, e quem tem a palavra final sobre o que foi construído.
Ler →Um alemão construiu numa noite de quarta, cozinhando o jantar, um site que faz uma coisa só: você paga pra ficar em primeiro numa lista. Em 77 horas ele reportou 178 mil dólares. Apareceram mais de 170 cópias em semanas. Quase nenhuma repetiu o resultado, e o motivo não está no código.
Ler →Um site feito em 3 horas faturou US$ 178 mil em 77 horas, segundo o autor. Mais de 170 pessoas copiaram e quase nenhuma repetiu o resultado. Se o valor estivesse no código, todas teriam faturado o mesmo. A pergunta certa antes de copiar qualquer produto é outra.
Ler →A resposta padrão de 'meses' para criar um site deixou de ser verdade quando a IA elimina o tempo morto entre etapas, sem pular segurança ou revisão.
Ler →A mudança recente no algoritmo de descoberta do Instagram derruba a vantagem de quem já tinha audiência grande.
Ler →O pipeline baixava o HTML do site de um estranho e mandava direto pra um Claude rodando com --dangerously-skip-permissions. Ninguém me atacou. Eu só percebi antes.
Ler →Uma mudança pequena no site da agência: o motor do Thallis.lab saiu de baixo pra virar topo de funil. Ainda não tenho número pra dizer se acertei.
Ler →Com o Brasil batendo recorde histórico de inadimplência empresarial, gastar mal em marketing dói mais do que nunca.
Ler →A diferença entre um site institucional e um site que vende é estrutural, não estética, e a maioria dos pequenos negócios só tem o primeiro.
Ler →Passo a passo gratuito pra cadastrar seu negócio no Google Meu Negócio e aparecer no Google Maps, sem agência e sem custo pra começar.
Ler →Ter a tecnologia pra automatizar não é a mesma coisa que dever automatizar: três limites que eu mantenho de propósito no estúdio.
Ler →Cinco ferramentas de inteligência artificial gratuitas para começar, que já resolvem boa parte do trabalho de escrever, criar post, editar vídeo e tratar foto de produto.
Ler →Dados da Ahrefs mostram queda real de cliques por causa do AI Overviews. A posição 1 sofre mais, mas 63% das empresas ainda relatam ganho de tráfego.
Ler →As três desculpas mais comuns pra adiar o lançamento de um site custam mais caro do que parecem, porque cada semana esperando é um cliente indo pro concorrente que já está no ar.
Ler →Cinco sinais silenciosos, verificáveis no seu próprio atendimento, que explicam por que o cliente escolhe o concorrente sem nunca ter comparado preço.
Ler →Sebrae e Cetic.br mostram um Brasil onde quase todo pequeno negócio conhece IA generativa, mas só 1 em 7 usa com frequência. O gap não é de informação.
Ler →As três formas de construir seu site servem a momentos diferentes do negócio; veja como identificar qual é a certa pro seu agora, com perguntas práticas pra decidir.
Ler →Mostro o bug antes do print bonito, de propósito, porque é assim que se constrói confiança calculável com quem pensa em me contratar.
Ler →Decidi que a prévia que o lead recebe usa template por categoria de negócio, não um molde único. A decisão saiu de uma spec, não do código.
Ler →No 6º ciclo achei que a cidade tinha acabado. No seguinte vieram 23 leads. A saturação de verdade só chegou no 28º, e o sinal não foi o número.
Ler →Reconstruir o site de uma imobiliária do zero quase apagou 3 anos de posição no Google. O que evitou o estrago foi mapear cada URL antes de publicar.
Ler →Um agente de vendas caiu num atalho e repetiu a mesma abertura em 3 mensagens diferentes. Outro agente, cujo único trabalho é revisar, travou tudo antes de qualquer lead ver.
Ler →A maioria só vê o orçamento no extrato, no fim do mês. Construí no Grana um cálculo que mostra o custo de sobrevivência diário assim que o app abre.
Ler →Montei uma agência de marketing onde nenhum funcionário é humano. Os agentes pesquisam, criam, produzem e organizam sozinhos. Dei 30 dias pra ela fechar o primeiro cliente pago, e documentei cada dia aqui.
Ler →A mesma lista que usei pra auditar o meu próprio site, agora como checklist pra você rodar no seu.
Ler →Publiquei o Dia 2 da série de 30 dias direto por um pipeline automático de Instagram, ainda sem saber se aguenta os outros 28 dias.
Ler →A promessa do Dia 1 era publicar isso amanhã. Não esperei: o pipeline de publicação automática do Instagram ficou pronto ainda hoje, com 2 bugs reais achados e corrigidos ao vivo.
Ler →Rodei um agente de prospecção do início ao fim numa cidade real e ele voltou com 35 leads qualificados, com fato verificável em cada um, sem pagar nenhuma ferramenta de lead-gen.
Ler →Troquei "posso fazer isso?" por "fiz isso" na ponte de automação da agência, e isso expõe o real teste da palavra "autônoma".
Ler →Grana e Wil, dois squads de conteúdo ativos, cada um com seu próprio padrão de qualidade. E nenhum princípio compartilhado escrito em lugar nenhum.
Ler →23 squads de agentes catalogados. Só 7 já rodaram de verdade pelo menos uma vez. Mostro os dois números, não só o bonito.
Ler →Depois de auditar a copy, fiz a mesma coisa com o SEO técnico. Descobri que a home não tinha nenhum Open Graph configurado.
Ler →Antes de vender site pros outros, testei o meu. Nota final 4,7 de 10, e o motivo não foi falta de design.
Ler →O painel tinha 11 seções empilhadas numa página só e um alerta importante que carregava mas nunca aparecia na tela. Refiz a hierarquia inteira.
Ler →thallisribeiro.com.br saiu do zero, construído pelo primeiro squad da casa dedicado a fazer site pra outras pessoas. Começando por mim mesmo.
Ler →O dia em que um squad isolado virou uma agência inteira: sete squads novos, departamentos definidos, e os dois primeiros rodando de verdade ainda hoje.
Ler →Um mockup de planejamento trimestral apareceu com número bonito e nenhum mecanismo real por trás. Foi o gatilho pra criar um squad só pra auditar antes de propor.
Ler →Depois de tanto ajuste manual, dois dias em que o sistema simplesmente funcionou: notícia do dia, post no ar, carrossel derivado, sem mim no meio.
Ler →O agente propôs redesenhar um formulário do Eunoimóvel com base numa teoria de persuasão. Eu revertei, e isso virou regra permanente.
Ler →Pesquisa privada de custo de vida muda de número todo ano e não tem edição fixa pra citar. Achei uma fonte oficial melhor, e ela virou padrão.
Ler →Identidade visual, controle de acesso por região, busca, autenticação, favoritos e SEO técnico. Tudo no mesmo dia, no Eunoimóvel.
Ler →Automatizei a capa dos posts com IA de imagem rodando aqui na máquina. Ela alucinou marca em quase tudo, até quando eu mandei explicitamente não fazer isso.
Ler →O blog do Grana estreou hoje. No mesmo dia, quase travei todos os posts atrás de uma exigência de SEO que o Google já tinha matado meses antes.
Ler →Enquanto o blog do Grana estreava, eu abria um segundo projeto do zero: o Eunoimóvel, de scaffold a URL no ar em uma tarde.
Ler →Enquanto eu construía a Fatia 2 do Eunoimóvel, um agente auditor rodou atrás só de brecha de acesso. Achou 6 reais no mesmo dia.
Ler →A ideia inicial era vender acesso a um software. Percebi que o valor real estava em outro lugar e corrigi a rota antes de escalar errado.
Ler →Desenhei a linha entre o que a IA faz sozinha e o que continua exigindo a minha mão. Essa linha importa mais do que parece.
Ler →Escrever a regra num documento e o agente de fato segui-la são duas coisas diferentes. Aprendi isso na marra.
Ler →Os primeiros dias de squad rodando de verdade trouxeram um problema chato: o agente parava sozinho no meio da tarefa.
Ler →O dia em que criei o primeiro squad de agentes de IA. É o começo de tudo que virou essa agência autônoma.
Ler →